Visando a preservação de todos os sítios arqueológicos ao longo da Rodovia Transamazônica, que esta em fase de iniciação de obras para sua pavimentação, o Núcleo de Pesquisas e Ensino da universidade Federal do Pará, realiza processo de escavação em um sitio arqueológico encontrado no Km 30, sentido Itaituba Ruropólis, denominado sitio arqueológico Trombetas.O trabalho desenvolvido num trecho da área de 100 hectares, teve início no Dia 6 de julho e irá até o dia 14 de agosto deste ano. O trabalho que vem sendo feito pela UFPA por solicitação do governo federal, objetiva a preservação de todos os sítios existentes ao longo da rodovia, já que no inicio das obras já foram destruídos dois sítios históricos importantes no sentido Ruropólis-Santarém, pelos tratores que estão trabalhando na pavimentação da rodovia.O projeto denominado” Salvamento arqueológico, enviou 9 técnicos,entre geógrafos ,arqueólogos e pessoal de apoio. De acordo com a geografa Cristiane Martins, coordenadora de campo da UFPA, no local onde está sendo feita a escavação foram encontradas diversas peças de cerâmicas indígenas.Todo o matéria coletado será levado para Belém para estudos técnicos, mas preliminarmente Cristina pelas características do material encontrado, supõe que o mesmo seja cerâmica tapajônica. Já foram encontras vasilhas(de vários formatos) machadinhas e diversos fragmentos para serem analisados.A diretora de cultura do município de Itaituba professora Regina Lucirene Macedo esteve presente no local dos trabalhos conversando com a geografa da UFPA que garantiu que é possível que todo o material pesquisado retorne para Itaituba, mas somente na condição de que tenhamos um museu tecnicamente bem montado com área apropriada para preservação das peças.Quanto à estratégia de trabalhos a equipe técnica de arqueologia a UFPA, vem utilizando um IGSP que localiza com precisão a presença de todo material na superfície, que mesmo após ter sido retirado ainda submete toda a areia escavado ao serviço de peneiramento para que os fragmentos sejam descobertos e aproveitados.A sondagem está sendo feita com escala 599(Norte) e 371(leste) com quatro camadas de escavação que atingiu nível de até 1.26 metros nos buracos escavados para retirada das peças. As peças em Belém serão analisadas em laboratório com Amostra de carvão, carbono 14 num perfil pré-histórico tardio.O técnico santareno Márcio Amaral que está fazendo parceria nos trabalhos pelas características já encontradas acredita que haja uma probabilidade delas datarem cerca de mil e seiscentos anos remontando ainda a época chegada dos Portugueses ao BrasilO trabalho de salvamento de sítios arqueológicos terá que ser concluído ante do inicio das obras da pavimentação a Rodovia, sendo que desde o ano passado às prospecções já estão ocorrendo na região. Quanto ao sitio arqueológico de Itaituba a geografa disse que ele é um dos mais interessantes e está exigindo um trabalho paciente e rigoroso na retirada das peças, que existem em grande quantidade na área.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Ministerio proibe plantio de soja em cinco municipio paraense.
O cultivo de soja está proibido durante dois meses em cinco microrregiões do Estado. São elas: Conceição do Araguaia, Redenção, Itaituba, Marabá e Altamira. A determinação faz parte da campanha 'Vazio Sanitário da Soja', que atende a Instrução Normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos (Mapa) e começou a valer na última quarta-feira, devendo vigorar até o dia 15 de setembro. O objetivo é controlar a ferrugem asiática, praga que pode causar perda de 30% a 75% da produção. Do dia 01 de outubro a 30 de novembro, a campanha irá se estender as microrregiões de Santarém, Paragominas, Bragantina e Guamá, que também ficarão proibidas de cultivar o grão por dois meses.Atualmente, o Estado possui cerca de 300 produtores de soja cadastrado. No ranking nacional, o Pará se encontra em 14º lugar entre os produtores de soja, com cultivo anual de 201 mil toneladas em uma área plantada de aproximadamente 72 mil hectares. Apenas em Santarém, são cultivados 88 mil tonaladas do produto em 33 mil hectares.Em 2001, com o surgimento da Ferrugem Asiática no Brasil, esses agricultores ficaram em alerta. O fungo provoca amarelamento e queda das folhas, ocasionando perda de 30% a 75% da produção. Alice Thomaz, engenheira agrônoma e gerente de pragas da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), conta que o Estado chegou a registrar três casos da Ferrugem, nos anos de 2004 e 2005. Porém, os prejuízos não foram maiores, já que a praga apareceu no final do ciclo de produção, quando os grãos já estavam formado
terça-feira, 14 de julho de 2009
policia apreende 14 kg de drogas na transamazõnica.
Polícia Civil de Novo Repartimento, sudeste do Pará, investiga a ação de traficantes de drogas que atuam na região. Uma pessoa suspeita de ser a proprietária de aproximadamente 14 quilos de maconha apreendidos, no final de semana, e de ter uma plantação da erva será alvo da apuração. O trabalho policial é coordenado pelo delegado Alexandre Calvinho Broni, titular da Delegacia local. A informação foi divulgada nesta terça-feira, dia 14.
A apreensão é resultado de sistemáticas ações de combate do tráfico de entorpecentes no município realizadas em conjunto pelas Polícias Militar e Civil. No total, os policiais apreenderam 8,5 quilos de maconha em formato natural e 5 quilos da erva prensada. Os entorpecentes apreendidos foram encaminhados nesta terça-feira para o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá, para perícia toxicológica definitiva. A apreensão aconteceu, no último dia 7, após denúncia anônima.
De acordo com o delegado, a informação era de que dois homens trariam drogas da localidade de Tuerê, na zona rural do município, para vendê-las no centro da cidade. As equipes policiais organizaram, dessa forma, uma barreira de fiscalização na rodovia Transamazônica, para tentar prendê-los.
No momento da fiscalização, instalada entre o distrito de Maracajá e o centro, os policiais avistaram dois suspeitos que trafegavam na estrada em motos diferentes. Ao verem a barreira policial, os homens jogaram no chão um saco e quatro volumes transportados nas motos e saíram em fuga. Assim, os agentes iniciaram a perseguição, porém, devido a poeira, a escuridão e ao precário estado da estrada, os suspeitos conseguiram fugir. Ao ser feita a averiguação dos volumes, os policiais constataram que se tratava de maconha. Diante disso, o delegado instaurou inquérito policial para apurar o fato. “As investigações estão em estágio avançado”, enfatiza o policial.
A apreensão é resultado de sistemáticas ações de combate do tráfico de entorpecentes no município realizadas em conjunto pelas Polícias Militar e Civil. No total, os policiais apreenderam 8,5 quilos de maconha em formato natural e 5 quilos da erva prensada. Os entorpecentes apreendidos foram encaminhados nesta terça-feira para o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá, para perícia toxicológica definitiva. A apreensão aconteceu, no último dia 7, após denúncia anônima.
De acordo com o delegado, a informação era de que dois homens trariam drogas da localidade de Tuerê, na zona rural do município, para vendê-las no centro da cidade. As equipes policiais organizaram, dessa forma, uma barreira de fiscalização na rodovia Transamazônica, para tentar prendê-los.
No momento da fiscalização, instalada entre o distrito de Maracajá e o centro, os policiais avistaram dois suspeitos que trafegavam na estrada em motos diferentes. Ao verem a barreira policial, os homens jogaram no chão um saco e quatro volumes transportados nas motos e saíram em fuga. Assim, os agentes iniciaram a perseguição, porém, devido a poeira, a escuridão e ao precário estado da estrada, os suspeitos conseguiram fugir. Ao ser feita a averiguação dos volumes, os policiais constataram que se tratava de maconha. Diante disso, o delegado instaurou inquérito policial para apurar o fato. “As investigações estão em estágio avançado”, enfatiza o policial.
sarney:uso de dinheiro público será investigado.
O Ministério Público Federal vai investigar as denúncias de uso irregular de recursos para incentivos culturais da Petrobras pela Fundação José Sarney, sediada no Maranhão.Matérias publicadas pela imprensa mostram que a instituição teria repassado parte de R$ 1,3 milhão, recebido em 2005, a empresas fantasmas e de parentes do atual presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).De acordo com a Procuradoria-Geral da República, as investigações serão conduzidas pelo procurador Thiago Carneiro, do MPF, no Maranhão. (Brasília/DF - ABr)
aumenta número de cesáreas entre as mulhers.
Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que o número de cesáreas entre as mulheres brasileiras que detêm plano de saúde é altíssimo: chega em 82,3%, índice que subiu entre 2007 e 2008, quando o percentual era de 81,3%. Os números vão na contra-mão do que orienta o Ministério da Saúde, que tem realizado inúmeras campanhas de estímulo ao chamado parto normal ou parto vaginal. De acordo com o médico Breno Monteiro, diretor do Sindicato dos Estabelecimentos dos Serviços de Saúde do Pará (Sindesspa), há alguns anos, o Brasil era o campeão mundial em cesáreas, mas que, devido, principalmente, ao forte trabalho desenvolvido pela ANS, esse título saiu das nossas mãos. A mudança, contudo, aconteceu apenas no âmbito do serviço público, pois, na esfera privada, esses índices ainda são elevadíssimos, se levarmos em consideração o que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 15% de cesáreas. “Em primeiro lugar, é necessária uma regulamentação do governo também para o setor privado. Outra questão é a valorização do profissional médico, que, hoje, ganha a mesma remuneração para fazer os dois tipos de parto, sendo que o parto vaginal demanda uma disponibilidade muito maior por parte dele”, enumera.Para o especialista, é fundamental também um trabalho educativo, para esclarecer alguns mitos em torno do parto vaginal, tido, comumente, como mais dolorido para a mulher. “Tem paciente que até quer fazer o parto normal, mas, quando sente a primeira contratação pede ao médico que opere. E, hoje, em dia, essa questão da dor já está muito mais controlada, com anestesia e analgesia específicas”, observa o médico, acrescentando que a cesárea acaba sendo mais arriscada tanto para a paciente quanto para o bebê, por se tratar de uma intervenção cirúrgica. “A mulher que faz o parto normal, seis horas depois, já está dando piruetas pelo hospital. Mas, aquela que faz a cesárea leva muito mais tempo para se recuperar”, compara. (Da redação com informações Diário do Pará)
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