CARTA DO MARIDO:Querida, escrevo para dizer que vou te deixar. Fui bom marido por 10 anos. As duas últimas semanas foram um inferno. O seu chefe me chamou para dizer que você tinha pedido demissão e isto foi a gota. Na semana passada, nem notou que não assisti ao futebol. Te levei na churrascaria que mais gosta. Chegou em casa, nem comeu e foi dormir depois da novela. Não diz que me ama, nunca mais fizemos sexo.Está me enganando ou não me ama mais.PS. Se quiser me encontrar, desista. A Júlia, aquela sua 'melhor amiga' da academia e eu vamos viajar para o nordeste e vamos nos casar!
Ass: Seu Ex-marido.
RESPOSTA DA MULHER:Querido ex-marido,Nada me fez mais feliz do que ler sua carta. É verdade, ficamos casados por 10 anos, mas dizer que você foi um bom marido é exagero. Vejo a novela para não lhe ouvir resmungar a toda hora. Reparei que não assistiu futebol, mas com certeza, foi porque seu time tinha perdido e você estava de mau humor. A churrascaria deve ser a preferida da amiga Júlia, pois EU não como carne há dois anos. Fui dormir porque vi que a cueca estava manchada de batom. Rezei para que a empregada não visse.Mas, com tudo isto, ainda o amava e senti que poderíamos resolver os nossos problemas. Assim quando descobri que eu tinha ganhado na Loteria, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para o Taiti, mas quando cheguei em casa você já tinha ido.Fazer o quê? Tudo acontece por alguma razão. Espero que você tenha a vida que sempre sonhou. O meu advogado me disse que devido à carta que você escreveu,não terá direito a nada. Portanto, se cuida!PS. Não sei se lhe disse, mas a Julia, minha 'melhor amiga', está grávida do Jorginho, nosso personal. Espero que isto não seja um problema..
Ass: Milionária, Gostosa e Solteira.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
partido socialismo e liberdade: educação não rima com repressão
Data de Publicação: 08-06-2009 A população paraense assiste atônita ao tratamento truculento destinado pelo governo Ana Júlia aos trabalhadores em educação que estão em greve desde o dia 06 de maio, reivindicando reajuste salarial e melhores condições de ensino. O Pará tem hoje 600 mil analfabetos e o pior índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB) do Brasil em se tratando de ensino médio. Além disso, submete, desde fevereiro, os professores a um salário-base menor que o salário mínimo vigente. Um professor com uma carga de 100 horas percebe R$ 433,65, contra R$ 665,00 no Amazonas ou R$ 683,00 no Maranhão. Todas as comparações com estados da região Norte e Nordeste, pra não falar dos estados do Sul, colocam o Pará nas piores estatísticas em relação à educação. Mais de mil e duzentas escolas estão em péssimas condições, colocando em risco não apenas a qualidade da educação, mas a própria integridade de alunos e funcionários. Talvez por isso a governadora Ana Júlia (PT) responda aos legítimos movimentos grevistas, que denunciam essa situação caótica, com tamanha violência. No ano passado, por exemplo, mandou a tropa de choque da PM espancar dezenas de educadores em greve e entrou na Justiça para criminalizar o movimento. Este ano, além de não apresentar nenhuma proposta decente de recomposição salarial, tenta esvaziar o movimento recorrendo novamente ao autoritarismo da Justiça – tão rápida quando se trata de punir quem luta em favor do povo - e a uma arrogante campanha de intimidação da categoria. O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) manifesta sua irrestrita solidariedade aos trabalhadores da educação e repudia veementemente a falta de diálogo com os grevistas. Repudia ainda a vergonhosa política de criminalização dos movimentos sociais implementada pelo governo do PT. Basta lembrar os quatro integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) que se encontram presos desde o dia 26 de abril num presídio em Americano, para se ter a dimensão de que vivemos, efetivamente, na terra dos direitos violados. A população paraense já está cansada de ser manchete nacional por fatos como o estupro de uma adolescente de 15 anos presa numa cela com 20 homens, em Abaetetuba; pela existência de 25 mil casos de violência sexual contra crianças e adolescentes denunciados somente nos últimos cinco anos; pelo espancamento de professores, garimpeiros e trabalhadores sem terra; pela morte de crianças na Santa Casa; pelo escândalo das mochilas e agendas escolares; pela violência no campo e insegurança em todas as partes, além do vergonhoso fiasco representado pela derrota de Belém para Manaus na escolha das sedes para a Copa de 2014. Este governo, que tem vocação para a paralisia e para a derrota, não produziu um fato positivo sequer. Exigimos a imediata reabertura das negociações e a apresentação de propostas concretas que possibilitem o término da greve, com o atendimento mínimo da pauta de reivindicação da categoria, inclusive com a melhora efetiva das condições de infra-estrutura e segurança nas escolas. Belém, 05 de junho de 2009. Araceli Lemos - presidenta do PSOL – Pará Marinor Brito - presidenta do PSOL - Belém
Outras Notícias
Outras Notícias
sintepp ultimas noticias sobre a greve.
Data de Publicação: 08-06-2009
O Sintepp promoveu um ato em frente à Seduc na manhã de hoje (08), com o objetivo de novamente apresentar as reivindicações da categoria e chegar a um acordo para por fim a greve na rede pública de ensino, iniciada no dia 06 de maio. Entretanto, reagindo mais uma vez de forma arrogante, a secretária estadual de educação, Iracy Gallo, recusou-se a receber os representantes da categoria para uma nova rodada de negociação.
Como não foram recebidos, os cerca de mil servidores presentes no local realizaram a lavagem simbólica da Seduc e participaram de uma assembléia geral que decidiu de forma unânime pela continuação da greve até a próxima quarta-feira, dia 10 de junho, data em que será realizado um novo ato em frente ao TJE. “Vamos promover uma grande manifestação em frente ao Tribunal, para que seja revista a decisão do juiz Marco Antonio Castelo Branco, que considerou abusiva a nossa greve. E diferente do que vem sendo divulgado pela Seduc, não recuamos diante desta decisão. Prova disso é que o movimento segue fortalecido e a paralisação continua”, assegura Eloy Borges, coordenador geral do Sintepp.
Recurso
A assessoria jurídica do sindicato juntamente com a coordenadora geral, Conceição Holanda, esteve ainda pela manhã no Tribunal de Justiça, para protocolar um recurso de agravo de instrumento contra a decisão da última quinta-feira (04), pronunciada pelo juiz Marco Antonio Castelo Branco da 2ª Vara de Fazenda da Capital, que determinou a abusividade da greve dos servidores em educação do Estado e multa diária de R$ 20.000,00 por sua continuação. Além disso, o juiz solicitou a desocupação do prédio da Sefa.
Paulo Henrique Corrêa, assessor jurídico do Sintepp, explica que foi dada entrada no recurso contra a decisão do juiz Marco Antonio Castelo Branco, por ele ter utilizado um argumento já derrubado pelo Supremo Tribunal Federal para decretar a abusividade da greve da categoria. “Antigamente, o STF argumentava que o direito a greve, mesmo sendo garantido pela Constituição Federal, não poderia ser exercido pelos servidores públicos por não haver legislação que assegurasse a paralisação de suas atividades. Porém, isto já foi revisto e, atualmente, o Supremo já aplica em suas decisões a Lei 7.783 de 1989, que trata da greve no setor privado, também em suas determinações de como devem ser os procedimentos da paralisação no setor público”, argumenta.
O recurso protocolado pela assessoria jurídica do Sintepp foi distribuído pelo TJE para o desembargador e relator Leonardo Noronha Tavares, que deve dar seu parecer até próxima quarta-feira. “Além do recurso, solicitamos ao juiz Marco Antonio Castelo Branco por meio de uma petição, que se retrate com relação a sua decisão sobre a abusividade da greve. A nossa expectativa é que ele se pronuncie sobre isto ainda nesta terça-feira”, informa Paulo Henrique Corrêa.
O Sintepp promoveu um ato em frente à Seduc na manhã de hoje (08), com o objetivo de novamente apresentar as reivindicações da categoria e chegar a um acordo para por fim a greve na rede pública de ensino, iniciada no dia 06 de maio. Entretanto, reagindo mais uma vez de forma arrogante, a secretária estadual de educação, Iracy Gallo, recusou-se a receber os representantes da categoria para uma nova rodada de negociação.
Como não foram recebidos, os cerca de mil servidores presentes no local realizaram a lavagem simbólica da Seduc e participaram de uma assembléia geral que decidiu de forma unânime pela continuação da greve até a próxima quarta-feira, dia 10 de junho, data em que será realizado um novo ato em frente ao TJE. “Vamos promover uma grande manifestação em frente ao Tribunal, para que seja revista a decisão do juiz Marco Antonio Castelo Branco, que considerou abusiva a nossa greve. E diferente do que vem sendo divulgado pela Seduc, não recuamos diante desta decisão. Prova disso é que o movimento segue fortalecido e a paralisação continua”, assegura Eloy Borges, coordenador geral do Sintepp.
Recurso
A assessoria jurídica do sindicato juntamente com a coordenadora geral, Conceição Holanda, esteve ainda pela manhã no Tribunal de Justiça, para protocolar um recurso de agravo de instrumento contra a decisão da última quinta-feira (04), pronunciada pelo juiz Marco Antonio Castelo Branco da 2ª Vara de Fazenda da Capital, que determinou a abusividade da greve dos servidores em educação do Estado e multa diária de R$ 20.000,00 por sua continuação. Além disso, o juiz solicitou a desocupação do prédio da Sefa.
Paulo Henrique Corrêa, assessor jurídico do Sintepp, explica que foi dada entrada no recurso contra a decisão do juiz Marco Antonio Castelo Branco, por ele ter utilizado um argumento já derrubado pelo Supremo Tribunal Federal para decretar a abusividade da greve da categoria. “Antigamente, o STF argumentava que o direito a greve, mesmo sendo garantido pela Constituição Federal, não poderia ser exercido pelos servidores públicos por não haver legislação que assegurasse a paralisação de suas atividades. Porém, isto já foi revisto e, atualmente, o Supremo já aplica em suas decisões a Lei 7.783 de 1989, que trata da greve no setor privado, também em suas determinações de como devem ser os procedimentos da paralisação no setor público”, argumenta.
O recurso protocolado pela assessoria jurídica do Sintepp foi distribuído pelo TJE para o desembargador e relator Leonardo Noronha Tavares, que deve dar seu parecer até próxima quarta-feira. “Além do recurso, solicitamos ao juiz Marco Antonio Castelo Branco por meio de uma petição, que se retrate com relação a sua decisão sobre a abusividade da greve. A nossa expectativa é que ele se pronuncie sobre isto ainda nesta terça-feira”, informa Paulo Henrique Corrêa.
municipios podem acessar novos recursos federais
O subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República, Alexandre Padilha, informou nesta sexta-feira (5), na reunião do Comitê Estadual do Programa Territórios da Cidadania (PTC), no auditório do Centro Integrado de Governo (CIG), que, além dos R$ 80 milhões do governo federal que já estão garantidos para atender os municípios paraenses atingidos pelas enchentes, outras verbas federais podem ser conseguidas.Esses recursos extras, de acordo com Padilha, podem ser acessados por meio das Superintendências do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Pará, na rubrica de infraestrutura destinados pelo PTC, bem como por meio do Provias do Banco do Brasil na compra de maquinários e equipamentos, além do remanejamento de recursos de outros Estados que não foram executados e das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).Ele disse ainda que vai entrar em contato com o Ministério da Saúde para providenciar o envio de mais remédios ao Pará. "Estamos diante de uma situação sem precedentes no Brasil, com essas mudanças climáticas. Situações que nunca existiram e outras que só tinham acontecido nos anos de 1940 e 1950 com grandes diferenças nas regiões, mas com todas as dificuldades nós estamos conseguindo garantir abrigos, comida e remédios para as populações atingidas", enfatizou.Padilha garantiu que, na próxima semana, os R$ 80 milhões já serão repassados para o governo do Estado, que o repassará para os municípios atingidos. O anúncio foi feito para vários prefeitos das regiões atingidas.Segundo o secretário de Estado de Integração Regional, André Farias, os R$ 80 milhões serão utilizados na recuperação de rodovias estaduais (PAs) que interligam os municípios que estão em situação de emergência e na melhoria de vicinais, com custeio de combustível.Alexandre Padilha defendeu a formatação de uma agenda de reconstrução dos municípios afetados, explicando que, na próxima terça-feira (9), será feito o anúncio da liberação de R$ 4 bilhões do Orçamento Geral da União para projetos estruturantes de macrodrenagem em cidades atingidas por desastres em outubro, novembro e dezembro do ano passado. "Só agora, os projetos foram apresentados de forma concreta", justificou.Conforme disse Padilha, o presidente Lula reduziu de 27 para 4 os documentos municipais necessários para o acesso de recursos federais. Também está sendo desenhado em Brasília o projeto de mudanças na política da Defesa Civil Nacional, pois não há fundo específico para a área e os recursos dependem de Medida Provisória para serem liberados. Até o final do ano, um projeto nesse sentido deverá ser enviado ao Congresso Nacional.
Ascom - Seir
Ascom - Seir
sábado, 6 de junho de 2009
semana da paz
a sociedade ruropolense, viveu de 1 a 4 deste mes uma experiencia diferente da sua rotina abitual.a semana da paz onde ocorreu palestras nas escolas rurais e urbanas do municipio com diversos temas voltada para a cultura de paz. tambem foi realizado uma blitz de orientação no transito principalmente sobre o uso do capacete para os condutores de motos.essa semana da paz contou com o apoio das policias civil e militar, igrejas,secretarias de educação; saude, ação social, sintepp escolas e outros seguimentos da sociedade.para a comissão que organizou a experiencia valeu apena.no encerramento da semana foi realizado uma grande caminhada pelas ruas dea cidade,finalizando na praça civica com varias apresentações culturas voltadas para o tema.lembrando ainda que no decorrer da preparação deste evento foi aprovado na camara de vereadores um projeto de lei de criação da semana municipal da paz, no municipio de Ruropolis.
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